Canela e Nova Petrópolis, RS!

Canela fica encostadinha em Gramado, e é um passeio obrigatório. Fomos de manhã, almoçamos por lá e voltamos à tarde. Indo para Canela, paramos no parque estadual do Caracol, uma área enorme de muito verde, e várias quedas, além da famosa cascata do Caracol. Vale muito a visita.

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Um pouco antes de chegar no parque, fica o Castelinho Caracol, uma das primeiras casas de Canela, construída entre 1913 e 1915, e parece uma casinha de contos de fada. Lá dentro tem um café, e é possível fazer uma visita pela casa também. Eles servem um apfelstrudel super famoso, mas acabamos não comendo lá por conta do horário.

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Em Canela, visitamos a Catedral de Pedra, e caminhamos pelo centrinho. Depois, almoçamos num restaurante alemão excelente, o Schnitzelstubb, sobre o qual falarei no post das comidinhas. Vale dizer que na estrada entre Gramado e Canela existem várias atrações para visitar, como museu do chocolate, do perfume, do carro, etc, mas resolvemos não ir em nenhum dessa vez.

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No dia em que fomos embora, aproveitamos que a nossa rota passava por Nova Petrópolis, e paramos por algumas horas lá. Passeamos no Parque Aldeia do Imigrante, que tem uma mini vila alemã muito linda, e na praça principal, onde fica o labirinto. Este parque do imigrante conta a história dos primeiros colonos alemães que se instalaram por essa região.

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Santiago – Dia 2 (Troca da Guarda, Plaza de Armas, Mercado Central, Museu Pré Colombino, Cerro Santa Lucia)

Acordamos cedo neste dia, por que teriamos que conhecer as principais atrações da cidade, já que nos demais estaríamos fora, fazendo passeios.

Fomos direto assistir a troca da guarda, que acontece em dias alternados conforme calendário divulgado pelo Palácio de la Moneda todos os anos. Já tinha lido muito sobre a troca, e como é bonita, mas somente vendo ao vivo para entender. É uma cerimônia oficial, em que aqueles que estavam de guarda até então, deixam o Palácio, para que a outra turma possa assumir. Tem uma banda que toca algumas músicas durante a cerimônia, e no dia em que fomos, tocaram Aquarela do Brasil! Foi super emocionante, e um belo gesto aos muitos (e são MUITOS) brasileiros que visitam a cidade. A troca dura em torno de 40 min.

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Seguimos andando até o Museu de arte pré-colombiana, que é diferente de tudo o que vimos na vida. As peças são antiquíssimas, e o acervo é incrível. Tinha uma exposição temporária bem legal no primeiro piso também.

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Após o museu, fomos até a Plaza de Armas, onde ficam vários prédios históricos importantes, como a Catedral, por exemplo, e terminamos no Mercado Central. Este Mercado é famoso pelos peixes e frutos do mar vendidos, e também pelos restaurantes. Na verdade, achei ele pequeno, e totalmente dominado por um restaurante, o Donde Augusto. Os peixes ficam em umas galerias estreitas, e no dia em que fomos, muito sujas. O chão tinha pedaços de peixe, e restos que caíram. Valeu a visita, pois é um ícone da cidade, mas esperava mais.

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Tomamos o metrô, e fomos até as ruas Paris e Londres, que são um pedacinho da Europa em Santiago. É uma gracinha, e parece mesmo que você está em outro lugar. Lá paramos em um café e comemos a sobremesa tradicional deles, torta tres leches (leite condensado, leite, e doce de leite). É deliciosa, mas beeeem doce.

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Por fim, fomos ao Cerro Santa Lucia, que não é alto como o Cristóbal, mas tem várias atrações lá dentro (um castelo, jardins, vários mirantes) e é bem bonito também. Experimentamos a bebida que você  vê em todo lugar pela cidade, o mote con huesillos. Ela é feita de pêssegos secos (huesillo) cozidos em açúcar, água e canela e, em seguida, misturado com o trigo descascado cozido e fresco (mote). É servido geladinho, e a gente bebeu, e comeu o trigo, e também os pêssegos que vieram. Gostoso!

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Nossa última parada foi no Pueblito de Los Dominicos, uma espécie de feira de artesanato, num ambiente bem rústico, com chão de terra e tudo. O lugar é legal, mas achei tudo caro, e como já estava fechando, não deu para andar muito.

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O dia acabou com nossa ida ao Bar Liguria, um bar que tem algumas casas espalhadas por Santiago, e é super bem falado. O ambiente é 10, e eles são conhecidos pelos sanduíches.

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A valise mexicana: fotos de Capa, Taro e Chim.

Robert Capa (nome verdadeiro: Endre Ernő Friedmann) foi um dos fotógrafos de guerra mais conhecido do mundo, e esteve presente em vários conflitos importantes, sempre registrando tudo com sua câmera. Ele esteve na Guerra Civil Espanhola, no dia D na Normandia, na União Soviética de Stalin, no recém criado Estado de Israel, e por fim, na Indochina, quando morreu enquanto trabalhava.

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Sua foto mais famosa é a chamada “O Soldado Caído” (abaixo), tirada durante a Guerra Civil Espanhola, em que ele registra o momento em que um soldado é morto. Existe uma discussão grande em torno da foto, por que muita gente acredita que a situação foi encenada para parecer que o homem estava levando um tiro naquele momento. Verdade ou não, o fato é que suas fotos captaram grandes momentos da história de uma forma diferenciada.

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Neste ano, São Paulo recebe a exposição “A Valise mexicana: a redescoberta dos negativos da Guerra Civil Espanhola de Capa, Taro e Chim”, em que são expostos alguns dos negativos dos três fotógrafos, perdidos desde 1939, e encontrados no México, somente em 1990. Gerda Taro (mulher de Capa) e David “Chim” Seymour cobriram a Guerra na Espanha junto com Capa, e curiosamente, todos eles morreram enquanto fotografavam conflitos.

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Os negativos estão expostos em dois andares na Caixa Cultural, e se dividem entre os trabalhos dos três, que possuem estilos visivelmente bem diferentes.  Achei muito interessante poder ver de perto essas fotos, que são raras, e poderiam estar perdidas pra sempre, se não tivessem encontrado a valise.  É o registro sem filtros da história, e quase não dá pra acreditar na qualidade das fotos, em se tratando de uma época muito distante da tecnologia, tanto das câmeras, quanto da revelação, etc.

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Em alguns negativos, aparece o escritor Ernest Hemingway, que também cobriu a Guerra.

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Esta foto abaixo é a mais famosa de Chim. Uma mulher amamentando um bebê, durante uma assembleia sobre reforma agrária em Badajoz.

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Abaixo, as duas únicas fotos conhecidas de Capa e Taro juntos, em Paris. Em seguida, fotos de Taro posando. Ela seria atropelada por um tanque de guerra, em 1937, na Espanha.

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E algumas outras fotos que me chamaram a atenção, como a de um urso atrás de alguns soldados despreocupados, as pessoas vivendo durante a Guerra,  um homem tocando acordeon na rua, etc.

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A exposição fica em cartaz até 2 de outubro, então dá tempo de ver ainda!

INFORMAÇÕES:

CAIXA Cultural São Paulo (Praça da Sé, 111, próximo à estação do Metrô Sé)

Entrada gratuita.

O triunfo da cor: pós impressionismo

Mais uma vez, o Centro Cultural Banco do Brasil recebeu uma exposição com obras super importantes, de Van Gogh, Gauguin, Toulouse-Lautrec, Cézanne, Seurat, Matisse, que pertencem ao Museu d’Orsay e Museu de l’Orangerie.

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Li uma matéria sobre a vinda dos quadros, dizendo que o custo total dela ficou em R$ 14 milhões, especialmente pelo valor de empréstimo cobrado pelos museus estrangeiros para que o Brasil possa expor aqui os quadros. Impressionante, né?

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Gostamos muito da exposição, e quando fomos, num domingo, não tinha fila nenhuma. Como sempre digo, o prédio do CCBB é uma obra de arte em si, e toda visita que fazemos a ele vale a pena.

Qual será a próxima exposição? Vamos torcer para que este movimento continue, e que outras obras venham para o Brasil!

PS: minhas fotos ficaram ruins, estava sem minha câmera! mas fica o registro.

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Jornada do Patrimônio em SP

Neste último fim de semana, aconteceu aqui em SP a primeira Jornada do Patrimônio, um evento em que vários prédios e casas históricas ou de arquitetos famosos foram abertas para visitas. Foram dois dias com uma programação intensa, e eram tantos lugares abertos que mal dava pra escolher.

De todas as casas, a que eu mais queria conhecer era sem dúvida a mansão da Dona Veridiana ( sobre a qual eu falei neste post) Como atualmente é um prédio privado, pertencente ao Iate Clube de Santos, somente sócios podem entrar. Então essa foi uma oportunidade única!

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O tour começou de manhã, e acabei emendando a visita com um roteiro pelo bairro de Higienópolis. A caminhada pelo bairro foi interessante, mas a guia deixou muitos prédios legais de fora, achei isso uma falha.

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Fomos recebidos na casa de Dona Veridiana pelo administrador do Iate clube, Sr. Augusto. Eles nos mostrou os ambientes, e contou algumas histórias. Não foi possível subir as escadas, por que segundo ele, o andar de cima está totalmente descaracterizado. A estrutura da casa foi ampliada, e não há nenhum móvel lá que tenha pertencido à ela. Este é o problema do Brasil, nada é preservado.

Ainda assim, o palacete é lindo! Originalmente, existia um lago com cisnes (hoje também há um, mas não é original) um galinheiro, animais, nenhum muro, etc. Era uma chácara completa.

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Na sala, existe uma obra de Brecheret chamada Diana, muito bonita, e um mural de Almeida Junior pintado no teto. A propriedade é impressionante, e mesmo que a visita tenha sido rápida, adorei cada minuto. É uma pena que não seja aberto ao público este lugar.

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Saímos de lá rumo à caminhada pelo bairro, para ver os outros prédios.

À tarde, consegui visitar outra mansão da Av. Higienópolis, a famosa casa de nhonhô Magalhães, como era conhecido o barão do café Carlos Leoncio de Magalhães. Ele encomendou o projeto da casa na década de 30, e acabou morrendo antes da obra ficar pronta. Hoje, o prédio pertence ao grupo que controla o shopping Higienópolis, e eles estão restaurando tudo. Quem nos recebeu para a visita foi o próprio restaurador, que explicou detalhadamente cada cômodo.

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A casa tem cinco pavimentos, e seu estilo é eclético. De maneira geral, achei tudo muito sombrio e pesado, por conta do uso do jacarandá em tudo quanto é canto.  Os quartos todos tem pinturas imitando papel de parede, cada um com uma cor. A maioria está embaixo de tinta que foi pintada por cima. Subindo as escadas, há um oratório inspirado no Mosteiro dos Jerônimos de Lisboa.

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No subsolo há um mini teatro com capacidade para quase 50 pessoas! E logo na entrada da casa, tem também um balcão todo entalhado de jacarandá, utilizado em saraus. Dá pra perceber que eles apreciavam a arte.

Há lendas envolvendo o casarão, pois dizem que dois filhos do barão morreram de forma trágica ali. O restaurador, no entanto, nos disse que isso não é verdade, pois os próprios parentes de Nhonhô já desmentiram essa versão. Ele nos contou, no entanto, que existem vários cofres escondidos pela mansão, pois Leôncio também era banqueiro!

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Pra fechar o dia, visitei um dos muitos prédios projetados por Artacho Jurado, um grande arquiteto paulista. Na verdade, ele nunca se formou em arquitetura, pois o pai não deixava. Ele fazia os projetos, e um arquiteto assinava. Só no bairro de Higienópolis existem vários edifícios assinados por ele, como o Cinderela, Bretagne, Apracs, Parque das Hortênsias, etc. Eu visitei o Apracs, que fazia parte da Jornada. Os condôminos foram super simpáticos, e até fizeram bolo e chá para esperar as visitas.

A arquitetura de Artacho nos remete a um estilo mais hollywood, da década de 50, no pós guerra. Foi dele a idéia de trazer o lazer para dentro do prédio, com a piscina, salão de festas, etc. O térreo do Bretagne parece um clube mesmo! Essas fotos abaixo são da vista que temos do terraço do Apracs, lindo, não é?

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Buenos Aires: Rosedal, Planetario, Museu de Belas Artes, Cemitério da Recoleta, El Ateneo- dia 4.

Nosso quarto e penúltimo dia (inteiro) em Buenos Aires começou com um café da manhã maravilhoso em uma padaria francesa bem ali em Palermo. Chama Cocu Boulangerie, e é a coisa mais fofa! Comemos croissants fantásticos lá, e recomendo muito o lugar. Eles servem pratos leves pro almoço também, mas o forte é a padaria. Uma ótima dica que peguei de um blog na internet ( www.buenosairesparachicas.com é um blog com mil dicas de uma brasileira que morou muitos anos em Buenos Aires).

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Depois do café, seguimos para o Rosedal. Indo pra lá, passamos por outros parques e vimos vários passeadores de cachorros, com uns 10 cachorros cada! É muito engraçado como isso é comum por lá. E os cocôs dos caninos também, a calçada é um campo minado. Acho que a política de recolher no saquinho ainda não chegou por lá.

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Chegamos no Rosedal, e gente, o lugar é simplesmente um dos mais lindos que já vi na vida! São milhares de rosas, de todos os tipos e cores, e quase todas estavam floridas. Falaram pra gente que é uma questão de sorte, por que mesmo na primavera, não é garantia que todas abram. Então demos muita sorte! O cheiro das rosas é uma coisa de louco, e dá vontade de ficar lá pra sempre. Esse passeio é gratuito.

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Saímos de lá, e fomos ao Planetário, um lugar que eu queria muito conhecer, desde que assisti Medianeras (um filme argentino que adoro, e cuja protagonista diz achar o prédio do planetário o mais legal de Buenos Aires). Assistimos à sessão Colisões Cósmicas, e amamos! Outro passeio muito divertido. Fomos andando até a Recoleta, e no caminho passamos pelo MALBA (museu de arte latino americana), mas preferimos entrar no Museu de Belas Artes, que fica logo mais a frente. No caminho ,passamos pela famosa Floralis Generica, uma flor gigante de aço, que abre e fecha em certos horários.

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Almoçamos bem em frente ao prédio da faculdade de direito, que é enorme. Após o almoço, fomos direto pro Museu de Belas Artes, que tem entrada gratuita, e obras de Rodin, Monet, Modigliani, Renoir, Picasso, etc. O acervo é bem extenso, e tem nome importantes. Gostei muito!

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Finalmente, chegamos ao cemitério da Recoleta, que tem argentinos importantes enterrados. O mais famoso deles, Evita Peron, é o mais visitado (e simples). Achei super diferente, por que eles deixam os caixões a mostra, não enterram. Meio macabro, não? As esculturas dos túmulos são lindas, vale muito a visita. Ao lado fica a Iglesia del Pilar, que também conhecemos.

Terminamos o dia, tomando café na livraria Ateneo, que está dentro de um antigo teatro. Ela é considerada uma das livrarias mais lindas do mundo, e é mesmo. Que grande idéia transformar um teatro numa livraria. Comemos medialunas, os famosos croissants doces dos argentinos. Huuuum, delícia!! Segue o restante das fotos! Próximo post: nosso último dia em terras porteñas!

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