Buenos Aires: Rosedal, Planetario, Museu de Belas Artes, Cemitério da Recoleta, El Ateneo- dia 4.

Nosso quarto e penúltimo dia (inteiro) em Buenos Aires começou com um café da manhã maravilhoso em uma padaria francesa bem ali em Palermo. Chama Cocu Boulangerie, e é a coisa mais fofa! Comemos croissants fantásticos lá, e recomendo muito o lugar. Eles servem pratos leves pro almoço também, mas o forte é a padaria. Uma ótima dica que peguei de um blog na internet ( www.buenosairesparachicas.com é um blog com mil dicas de uma brasileira que morou muitos anos em Buenos Aires).

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Depois do café, seguimos para o Rosedal. Indo pra lá, passamos por outros parques e vimos vários passeadores de cachorros, com uns 10 cachorros cada! É muito engraçado como isso é comum por lá. E os cocôs dos caninos também, a calçada é um campo minado. Acho que a política de recolher no saquinho ainda não chegou por lá.

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Chegamos no Rosedal, e gente, o lugar é simplesmente um dos mais lindos que já vi na vida! São milhares de rosas, de todos os tipos e cores, e quase todas estavam floridas. Falaram pra gente que é uma questão de sorte, por que mesmo na primavera, não é garantia que todas abram. Então demos muita sorte! O cheiro das rosas é uma coisa de louco, e dá vontade de ficar lá pra sempre. Esse passeio é gratuito.

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Saímos de lá, e fomos ao Planetário, um lugar que eu queria muito conhecer, desde que assisti Medianeras (um filme argentino que adoro, e cuja protagonista diz achar o prédio do planetário o mais legal de Buenos Aires). Assistimos à sessão Colisões Cósmicas, e amamos! Outro passeio muito divertido. Fomos andando até a Recoleta, e no caminho passamos pelo MALBA (museu de arte latino americana), mas preferimos entrar no Museu de Belas Artes, que fica logo mais a frente. No caminho ,passamos pela famosa Floralis Generica, uma flor gigante de aço, que abre e fecha em certos horários.

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Almoçamos bem em frente ao prédio da faculdade de direito, que é enorme. Após o almoço, fomos direto pro Museu de Belas Artes, que tem entrada gratuita, e obras de Rodin, Monet, Modigliani, Renoir, Picasso, etc. O acervo é bem extenso, e tem nome importantes. Gostei muito!

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Finalmente, chegamos ao cemitério da Recoleta, que tem argentinos importantes enterrados. O mais famoso deles, Evita Peron, é o mais visitado (e simples). Achei super diferente, por que eles deixam os caixões a mostra, não enterram. Meio macabro, não? As esculturas dos túmulos são lindas, vale muito a visita. Ao lado fica a Iglesia del Pilar, que também conhecemos.

Terminamos o dia, tomando café na livraria Ateneo, que está dentro de um antigo teatro. Ela é considerada uma das livrarias mais lindas do mundo, e é mesmo. Que grande idéia transformar um teatro numa livraria. Comemos medialunas, os famosos croissants doces dos argentinos. Huuuum, delícia!! Segue o restante das fotos! Próximo post: nosso último dia em terras porteñas!

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Buenos Aires: Jardim Japonês, Don Julio, Freddo e a Catedral – dia 3

O nosso terceiro dia na cidade caiu numa segunda-feira, e este é um dia em que quase todos os passeios fecham. Nosso dia, consequentemente, foi mais light.Tentamos ir até o Rosedal e estava fechado. Aproveitamos para explorar a região dos Bosques de Palermo, que é praticamente um complexo de parques, jardins, e etc. Ali estão o zoológico, jardim botânico, rosedal, jardim japonês, tudo na mesma região.

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Mas antes de tudo, fomos fazer o câmbio, pois havíamos trocado pouca coisa no aeroporto (cotação baixa). Na Argentina existem dois tipos de câmbio, o oficial e o paralelo (ou blue, como eles chamam). Isso acontece principalmente pela limitação que o governo impõe para os argentinos conseguirem dinheiro estrangeiro. Eles adoram o dolar, é super valorizado, por que é difícil eles conseguirem oficialmente.

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Então, o cambio paralelo é uma realidade, todo mundo faz, e o pessoal do hostel, inclusive, nos perguntou se estávamos sabendo que existia quando chegamos no primeiro dia. Não é legal, então vai da pessoa querer ou não trocar. Na calle florida existem centenas de “arbolitos”, homens e mulheres que ficam tentando atrair turistas gritando cambio, cambio, cambioooooo. Fuja deles! As casas de cambio paralelo são casas normais, apenas não te entregam o comprovante ao final da troca, ou seja, se der algo errado, você não poderá ir à polícia reclamar. Quando estávamos lá, a cotação do real estava em 2,50 (cada 1 peso=2,50 reais). No paralelo estava 3,50, mais ou menos. O dólar por sua vez, no oficial, estava 9,00 mais ou menos.

Fomos almoçar no Don Julio, um dos restaurantes legais para se comer a parrilla argentina. Adoramos! A carne, de fato, é muito boa. E olha que eu nem ligo muito para carne vermelha. O prato acompanha papas fritas (batata) e chimichurri, vinagrete, pãozinho. Dá pra trocar a batata frita por purê ou salada. O Don Julio não é barato, nossa conta deu $ 522 (R$ 208,00 na cotação do dia), e não pedimos entrada, vinho ou sobremesa. Mas vale a pena!

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A dieta deles é basicamente feita de carne e batata. O filé a milanesa também é uma constante nos cardápios. Adicione o obrigatório chimichurri, as empanadas e as medialunas, e pronto, temos um resumo do cardápio básico que todo lugar vai ter. É tudo muito gostoso, mas depois de um tempo enjoamos de tanta batata (e olha que eu amo!).

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Depois do almoço, fomos andando pela lateral do zoo, e conseguimos até ver uns bichinhos pela grade ( achei o ingresso caro pro zoo). Depois seguimos para o jardim japonês, que é uma graça! O valor da entrada é $ 50,00. Ele é pequeno, então dá pra ver rapidinho. Voltamos, passando pelos parques, e paramos pra tomar sorvete no Freddo, uma das sorveterias tradicionais deles. O sorvete argentino é um dos melhores que já tomei!

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À noite, fomos num barzinho muito legal perto do hostel, e depois desmaiamos. Vou incluir nesse post algumas fotos da Catedral do dia anterior. Era dia de finados, e estava tendo missa. Essa catedral ficou mais famosa ainda depois que o papa Francisco virou papa, pois era ali que ele celebrava as missas. Aliás, o papa está em todos os lugares, em cartazes, ônibus turísticos, lembrancinhas. Dentro da Catedral, estão enterrados os restos mortais do general San Martin, o grande libertador da Argentina e do Peru.

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Buenos Aires: Palermo, Casa Rosada, show de tango!- dia 1

Quero começar essa série de posts dizendo que, uma vez, um amigo me disse que quando eu viajasse para outro país, iria entender como a experiência é legal ao sair do avião, e me deparar com outra língua, e outro povo. Demorou bastante que isso acontecesse pra mim, por pura falta de possibilidade, ainda que eu quisesse com todas as minhas forças. Mas, como minha mãe diz, no fim tudo dá certo, quando tem que dar. Queria que vocês pudessem ver minha cara de caipira realizada ao ganhar meu carimbo no passaporte da imigração, ou a minha felicidade ao fazer o cambio. Esses são os momentos que importam, amigos. 🙂

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No nosso primeiro dia em Buenos Aires, nos apaixonamos pelo bairro em que ficamos hospedados, Palermo. É o bairro dos bares, restaurantes, dos artistas de design, roupas descoladas, e é também o maior bairro da cidade. Ele é tão grande que foi dividido em vários, com nomes como Palermo Viejo, Palermo Chico, Palermo Hollywood, e etc. O nosso era o viejo, que tem, de fato, muitas construções antigas!

Nosso hostel ficava bem ao lado da Plaza Serrano e da Plaza Armenia, e algumas quadras a pé do metrô Plaza Italia. Aliás, o metrô lá é chamado de subte, e é o mais antigo de toda américa latina. Foi fundado em 1913! É todo cheio de azulejos decorados, muito bonito. Só que, claro, super velho, muito diferente dos daqui, por exemplo.

Como chegamos num sábado, estava acontecendo a feirinha de Palermo. Que fofura, gente!

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Além de andarmos pelo bairro, fomos até o centro de metrô, e demos de cara com a Casa Rosada. É um prédio muito bonito de verdade, e sua cor destoa de todo o resto. Ali também estão o cabildo, a plaza de mayo, a catedral, o obelisco, a calle florida, e etc. Ou seja, numa tacada dá pra conhecer vários pontos turísticos. A estação de metrô catedral fica bem em frente à… catedral, é claro! Mais fácil impossível!

O microcentro já nos deixou de boca aberta, são tantos prédios lindos, históricos! A própria praça de maio é um monumento por si só, pela sua importância política.

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Resolvemos que iríamos assistir o show de tango do café Tortoni, e nem voltamos pro hostel, ficamos zanzando pelo centro e morrendo de frio! Muita gente nos disse que esse frio todo na primavera não é normal, mas nós gostamos, por que fez a cidade ficar tão mais bonita!

 O café Tortoni é um lugar super antigo, fundado em 1858, que continua com ares de antigamente. Seria como a nossa confeitaria Colombo do RJ ( achei a confeitaria mais bonita!) pra quem conhece. É lindo, mas também é um dos pontos que mais reúnem turistas, e por isso, é caro. Achei tudo muito inflacionado, mesmo para os padrões atuais argentinos. Eles fazem shows de tango também, em umas salinhas dentro do café. São shows super intimistas, com apenas 3 músicos, um cantor e um casal dançando. Nada de cavalos no palco, pirotecnia, e etc, que existem nos outros shows espetáculos.

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O nosso show começou as 22:00, e amamos cada minuto. Meu namorado, que não conhece tango, mas ama música em geral, ficou encantado.  Eu, que adoro tango, mal tirei o olho do palco. Não há quem não goste. Recomendo muito esse show. É barato, perto dos outros, e muito bem feito.

Saímos de lá exaustos, mas muito felizes! No outro dia, iríamos ao Caminito e à feira de San Telmo, que ficam pro próximo post!

Espero que gostem das fotos!

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A vida ultimamente…

Este é um post de coisas aleatórias, com muitas fotos, por que tudo que tem fotos envolvidas fica melhor, não é? 🙂

Neste último mês, fui no Bourbon Street Fest, que aconteceu de novo no Ibirapuera. Era pra estar frio, mas fez um dia de verão, e eu e a Nati passamos muito calor. Mas como sempre, valeu a pena. O parque Ibirapuera fica lindo em qualquer estação!

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Fomos jantar no Modi do shopping Higienópolis, pra comemorar o aniversário da Xaenia. Uma delícia!

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Minha prima Lívia esteve lá em Tupã no feriado, e brincou na grama da minha casa. Aproveitei pra tirar umas fotos dela. Não é linda esta princesa??

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Zoológico de São Paulo

O zoológico de São Paulo, fundado em 1958 no Parque Estadual das Fontes do Ipiranga, tem uma área de aproximadamente 900.000 m², e abriga cerca de 3 mil animais, dentre os quais alguns estão ameaçados de extinção. Lá dentro, também existe o zoo safári, em que você anda com seu carro, ou um carro do zoo, no meio dos animais, bem de pertinho.

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Fui neste fim de semana com meus primos conhecer o zoo, e gostei demais do passeio. Ir ao zoológico é sempre legal, mas este de SP é gigantesco, e realmente lindo, por que está localizado em uma área com muito verde da Mata Atlântica. A infraestrutura do lugar impressiona, parece que estamos num parque temático ou algo do tipo, com funcionários uniformizados no melhor estilo exploradores da savana ( sabe a roupa meio cáqui, o chapéu, e etc?), lojinhas de lembrancinhas (pelúcias muito fofas dos bichos), restaurante e várias lanchonetes espalhadas, quiosques de sorvete, máquinas de bebidas aos montes,passeios com guias em carrinhos, etc.

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Conseguimos ver a maior parte dos animais, mas faltaram as cobras, por exemplo, que tem um horário mais limitado de exposição. Alguns bichos estavam escondidos, como o urso de óculos, e o urso pardo. O leão ficou o tempo todo de costas, e não quis dar o ar da graça. Vimos o leão marinho ser alimentado, enquanto uma garça tentava roubar os peixes dele. Reparamos que os urubus estão dominando a área dos animais, principalmente dos felinos e do urso, é tanto urubu que dá até uma má impressão. Fui pesquisar e li que houve uma desativação de alguns lixões da região, e por isso, os urubus encontraram no zoo um ambiente bom para ficarem, não trazendo prejuízo aos animais. Bom, visualmente não é legal não!

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Dentro do zoo, tem uma atração chamada Mundo dos Dinossauros (é paga à parte, dependendo do tipo de ingresso que você comprou) em que podemos ver de perto 20 dinossauros robotizados, em tamanho real, em uma área cheia de natureza. Os bichos se mexem, e fazem o som característico de cada um deles. Também é possível assistir ao cinema 4D ( outro valor). Fomos no passeio do Mundo e achamos muito bem feito. No final da atração, tem uma lojinha com produtos relacionados a dinossauros para vender.

Almoçamos no restaurante, que serve lanches, e pratos simples de comida, com uma escolha de carne, e arroz, feijão, fritas e salada. Eu comi o filé a milanesa, e estava bem feitinho e gostoso.Os pratos e talheres são de plástico. O restaurante fica em frente à um dos lagos, em que estão alguns macacos numa ilhazinha, e bem ao lado da área das girafas! Então, ao entrar pra almoçar, temos uma visão privilegiada das girafas pelo vidro.

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Fomos de manhã, e pegamos um pouco de trânsito para chegar no zoológico. Ele fica quase ao lado do jardim botânico (neste post falei um pouco sobre o jardim), ou seja, é bem longe de casa. Quando finalmente chegamos no estacionamento, estava lotado, então tivemos que parar na rua mesmo.

Tirei muitas fotos, e filmei também. Resolvi fazer um filminho com as melhores momento do nosso dia, que foi tão divertido! Vale super a pena visitar o zoo!

INFORMAÇÕES

Avenida Miguel Estéfano, 4241 – Água Funda

www.zoologico.com.br

Festival das Cerejeiras- Parque do Carmo

Você sabia que a segunda maior plantação de cerejeiras, fora do Japão, fica aqui em São Paulo ( a primeira está em Washington/EUA)? Pois é, eu também não sabia, até neste fim de semana, quando fui ver a florada destas árvores tão lindas, no Parque do Carmo. São milhares de cerejeiras, plantadas nos anos 70 em comemoração à imigração japonesa, que florescem por apenas alguns dias todos os anos.

A arte de apreciar as flores das cerejeiras é chamada de hanami, um ritual levado a sério pelos japoneses, que se reúnem nos parques para contemplar a florada. No Parque do Carmo, há 37 anos acontece o Festival das Cerejeiras, com apresentações da comunidade japonesa, comida típica, e o hanami.

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Conta a lenda que a cerejeira, chamada sakura pelos japoneses, nasceu da princesa Konohana Sakuya Hime, que teria caído dos céus perto do Monte Fuji, e se transformado nesta flor. Fofo, né?

O parque fica na zona leste, e é bem longe de onde eu moro, então fiz uma pequena viagem pra chegar lá. Tá, não exatamente uma viagem, rs, mas tivemos que percorrer toda a linha vermelha do metrô, até o ponto final ( Itaquera), e de lá, pegamos um ônibus que nos deixou no parque. É preciso considerar que o trânsito pra chegar no parque estava monstruoso, e só não caímos nele por que o motorista do ônibus cortou caminho.

Ah, e apesar da prefeitura ter disponibilizado um ônibus para levar as pessoas do metrô para o parque, tudo indica que pegamos o ônibus errado, um comum de linha mesmo, que ficou completamente lotado, com mil crianças dentro, berrando, e nos traumatizou fortemente. Haha, perrengue totalmente desnecessário!

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Ainda assim, a beleza das cerejeiras compensou a distância, é muita flor ao mesmo tempo, gente! Tiramos muitas fotos por lá, por que o cenário é perfeito. O único problema, claro, é que o parque fica muito cheio, então é difícil de arrumar um pedacinho de chão pra sentar. Também não fomos nas barraquinhas típicas, por que estavam lotadas. E a dica que dou em praticamente todos os eventos da cidade permanece, esteja preparado para enfrentar a multidão, e seja paciente!

Vou deixar as fotos falarem por mim! Tem fotos tiradas por mim, e outras lindas tiradas pela Nati, minha amiga, responsável pelo layout do blog, por tantas fotos maravilhosas que já apareceram aqui, e por ser minha partner in crime nos programas de fim de semana, haha!

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Fotos da Nati!

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COMO CHEGAR:

Avenida Afonso de Sampaio e Sousa, 3261 – Itaquera

( lembrando que as cerejeiras só florescem uma vez ao ano!)