Restaurante Polonês e o sorvete Frida&Mina

Estava louca para conhecer este restaurante polonês que aparecia no livrinho do Dois por um toda vez que eu o abria, o Maria Escaleira. Parece que foi o primeiro a ser aberto na cidade com esse tipo de cozinha, além de outros pratos do leste europeu. Os donos do lugar são um casal de brasileira e polonês, e o nome do restaurante é uma homenagem a avó dela, que era portuguesa, por isso este nome nada polonês.

20161210_143722_31181422770_o

20161210_144355_31553797065_o

Pedimos de entrada o langos bread, que são pãezinhos húngaros servidos com geléia de cebola roxa e creme de queijo com alho. Os pãezinhos são na verdade uma massinha frita, que vc come com a geléia e o creme, delícia!!

Para o prato principal, pedimos o tradicional pierogi, que são pasteizinhos cozidos, com recheios variados. O meu era de chucrute e carne de porco, e o da Nati, de espinafre e queijo. De cobertura (não é um prato que venha com molho), você escolhe entre  endro na manteiga e cebola ou cubinhos de bacon crocante. Adoramos nossos pratos, e achamos que vem o suficiente, por que a massinha é meio grossa, e bem recheada.

20161210_151806_30713050174_o

20161210_154948_31554918675_o

Ah, eles têm vários tipos de vodkas polonesas, e acabamos pedindo um mojito com uma delas que estava ótimo. E o melhor de tudo é que o restaurante entra naquela exígua lista de bom, bonito e barato aqui em SP! Os preços dos pratos são todos em torno de R$30 e poucos.

20161210_152742_31439079671_o

Saindo de lá, fomos tomar sorvete na famosa sorveteria Frida&Mina (na foto abaixo tirada do site deles, dá pra ver como é pequeno o espaço), que é conhecida pelo processo artesanal de fabricação do sorvete, com produtos orgânicos e frescos. O meu era de macadâmia crocante, e eu gostei muito! Eles têm sabores bem diferentes como cerveja com chocolate, e de cachaça, mel e limão.

frida-mina-ambiente-04

20161210_180350_31186391920_o

img-20161210-wa0063_30758856104_o

20161210_181741_30717388404_o

Estes dois lugares ficam em Pinheiros, um bairro que concentra muitos restaurantes, bares e lugares legais para conhecer.

COMO CHEGAR:

Maria Escaleira

R. Mourato Coelho, 53 – Pinheiros – pertinho do metrô Fradique Coutinho, e também do ponto de ônibus da Rebouças

Frida&Mina

R. Artur de Azevedo, 1147 – Pinheiros

Onde comemos em Santiago (Outubro/2016)

Apesar da correria, e de muitos dias termos ficado fora da cidade para os passeios, conseguimos conhecer alguns  (poucos) lugares bem legais para comer em Santiago. São muitas e muitas opções de restaurantes, dá pra se divertir bastante neste quesito! Os preços são sempre mais ou menos iguais, entre R$ 40 e 60,00 por prato. O melhor custo benefício vai para Galindo e Tiramisu.

Como água para chocolate

Eu já tinha lido muitas críticas sobre este restaurante, dizendo que é pega turista, que só tem brasileiro, etc. E de fato, vimos bastante brasileiros, e o cardápio tem opções em português. Mas, aonde em Santiago não tem brasileiro, meu Deus? rs! Fiquei bastante feliz de termos ido, por que a comida estava gostosa, e o ambiente é uma graça, fazendo referência ao filme com o mesmo nome. Comemos um congrio com creme de espinafre, e uns camarões a milanesa. Fomos no último dia, antes de irmos para o aeroporto.

30066219203_cdc8a6d26a_o

30583344152_c995717cc1_o

30068111044_9b468121ee_o

30700268055_94a77d3dab_o

End: Constitución 88, Barrio Bellavista

Galindo

Este é um restaurante super antigo que fica na região central, e tem preços muito bons! Os pratos são grandes, então dá pra dividir. Comemos aqui o famoso pastel de choclo, e uma empanada. Só o pastel já teria dado para nós almoçarmos.

img_8050

30610394836_c07b3ff8c7_o

30645841125_d6907f9acf_o

End: Dardignac 098, Providencia

Meze

Este restaurante turco ficava ao lado do nosso apto, e caímos nele por puro desespero: era tarde, e estávamos morrendo de fome. Mas demos sorte, e a comida estava bem gostosa. O suco de framboesa parecia até um drink, de tão gostoso!

20161024_223108

30582011511_2244a3ac60_o

30370473530_e0c85dc48e_o

End: Av. Manuel Montt 270, Providencia

Ocean Pacific´s

 Imagine jantar dentro de um navio, ou do fundo do mar, esta é a proposta deste restaurante. Ele é todo decorado (ou poderia dizer “entulhado”) com detalhes marítimos, e a comida, claro, também é do mar. Muito legal!

30584828991_915f17c9e8_o

30039148933_c0bc524528_o

30372849320_29c27063f1_o

30373044170_45f1b3f0de_o

30584840001_9df5d6725b_o

30672194915_6ba356d939_o

30636261066_67452129a6_o

End: Ricardo Cumming 221

Restaurante da Concha y Toro

Comemos somente uma empanada lá, mas no cardápio tem opções de pratos também. Obviamente, é tudo bem acima do preço normal, até mesmo os vinhos, pasmém! Mas se você estiver esperando o seu tour, vale a pena tomar um café, ou comer alguma coisinha, e sentar na parte de fora.

30666436425_e72b6b5a58_o

30366939650_c043702cdd_o

30582889621_f4c93da1cc_o

Bar Liguria

O Liguria tem várias unidades na cidade, fomos na Av. Providencia, e gostamos muito. Não estávamos com muita fome nesta noite, então rachamos uma lasanha (um pedaço na verdade). Parece que os sanduíches são grandes e bons.

20161022_230726

20161022_233419

30651468285_031beeec1a_o

End: Av. Providencia 1373, Providencia

Santa Bohemia (em Viña del Mar)

Foi a escolha do guia para nosso almoço em Viña. A vista era linda, para a praia de Reñaca. Pedimos uma paella mista que estava gostosa. O valor não era baixo, mas no geral gostamos.

30639435196_6667ed7618_o

30044160973_b7a650d55b_o

End: Av. Borgoño 15314, Viña del Mar

Pizzaria Tiramisu

Todos os blogs que li sobre Santiago indicavam esta pizzaria. Fomos numa quarta-feira a noite, e estava lotada, com fila de espera de uma hora. Por sorte, conseguimos uma mesa na parte de fora bem rápido. Os garçons foram super simpáticos, e a pizza estava deliciosa! A pizzaria fica num bairro super bonito chamado Las Condes, e numa avenida com várias outras opções de restaurantes legais.

30376131030_8fb7036776_o

30588193451_d9d37c470a_o

End:  Isidora Goyenechea 3141, Las Condes

Fast foods chilenos

É incível a quantidade de fast food que a gente vê pelas ruas de Santiago. O nosso guia da Cousiño Macul até lamentou o fato da comida típica chilena perder espaço para lanches e hamburguers. Tirando as redes internacionais, você encontra em muitos lugares o cachorro quente deles, que vem com abacate , como na Dominó. Tem uma dessa a cada esquina. Achei engraçado também o nome de outro fast food: Pedro, Juan y Diego.

30020485024_0330a64c6b_o

30615676286_196571e264_o

30652102825_172071ab96_o

Sorveteria Bravissimo 

Fomos nesta sorveteria em Viña del Mar, e aproveitamos para lavarmos nossas mãos meladas de sorvete no Pacífico, hehe! Ela fica no calçadão em frente ao mar, é bem gostoso! Os sorvetes são enormes, e tem vários sabores diferentes.

30611707161_05d08b68f1_o

30046357314_1e9518b34d_o

End: Las Salinas, Viña del Mar

Santiago – Dia 6 (Valparaíso/Viña del Mar)

Inicialmente, iríamos fazer este passeio por conta, pois é fácil ir até Valparaíso/Viña de ônibus, e eu já tinha planejado tudo o que faríamos por lá. Mas, como era o último dia inteiro da viagem, e estávamos cansados, resolvemos ver com a Agência, e acabamos ganhando um transfer gratuito na volta. Eu já tinha lido mil blogs dizendo que o passeio das agencias eram corridos, e que o melhor era ir sozinho. Pois bem, foi corrido, e eu teria preferido ir por conta mesmo. Paramos em alguns lugares na estrada que foram bem legais, mas ao mesmo tempo, quase não sobrou tempo para ver as cidades destino.

Indo para Valparaíso, paramos em um lugar super típico, chamado Los Hornitos de Curacavi, que serve uma empanada famosa, e a chicha, uma bebida feita de uva fermentada, bem docinha. O lugar é rústico, e tem chão de terra, mas o charme é esse mesmo.

30588253451_11fac8e4ab_o

30042663893_96bc35ddff_o

30639604216_6f68abf215_o

Logo depois, entramos na vinícola Emiliana que é completamente orgânica, e tem galinhas soltas pelos vinhedos que ajudam a comer larvas e insetos. Eles também tem alpacas (prima da llama) fofas, que ajudam a capinar o solo depois da colheita. Fizemos um passeio rápido, mas não participamos do tour.

30042865263_5f143b4811_o

30042879813_167f682254_o

30376644170_a2c9bab7a9_o

Nossa última parada foi em uma loja enorme de vinhos e produtos do vale de Casablanca, em que compramos vinho e o azeite que é produzido nesta região.

30043267203_65140305c3_o

30043238403_457349f724_o

30640272486_982efd5dd6_o

Finalmente, chegamos em Valparaíso, que é uma cidade portuária, toda construída em morros. Tem muitas casinhas, fachadas coloridas, e incontáveis ladeiras. Apesar de ter passado pouco tempo na cidade, achei um charme, e quero voltar para explorar devidamente aquelas ruelas. Fomos até a casa de Pablo Neruda, La Sebastiana, que tem esse nome em homenagem ao seu construtor (Sebastian). A casa tem vários andares, e mil objetos, como na de Santiago. Mas o que me marcou mesmo, foram as vistas que se tem das janelas enormes, da sala e do quarto. Da cama de Neruda, é possível ver o porto de Valparaíso e os barquinhos. Que sonho!

30638262266_048591fe90_o

30375024680_50cb04d159_o

30043414843_cb40d40dc5_o

30041179393_eeffdcbd5d_o

Depois de darmos umas voltas (de carro) pelas ruas, seguimos para Viña del mar, a cidade balneário vizinha. Paramos no relógio das flores, que nada mais do que o próprio nome diz, e rende algumas fotos, mas só. Depois fomos ver os leões marinhos que vivem num rochedo na praia, e fazem a maior barulheira. São tantos! Adorei vê-los de perto e livres.

30043797443_8f0aedc2b6_o

30560775882_af34ac0de1_o

30044182593_ee5bb5abd8_o

Fomos almoçar em um restaurante que o guia nos levou chamado Santa Bohemia. A vista era muito bonita, para a praia de Reñaca, mas os preços altos. Pedimos uma paella mista, que estava gostosa, e veio gigante. Logo depois, fomos tomar sorvete na Bravissimo, uma sorveteria na beira da praia, que delícia! Passamos correndo pelo Casino, que achei bem decadente, e pelo museu Fonck (que tem uma estátua moai original da Ilha de Páscoa), e por fim, no Castillo Wulf, um castelinho construído numa ponta da praia.

30377741330_d1b24b8437_o

30399572260_6cce3a9ded_o

30044242753_01d8c96f4e_o

No final, gostei do nosso passeio, mas me senti frustrada por não ter conseguido ver quase nada de Valparaíso, e não ter, por exemplo, entrado no Museu Fonck de Viña. Ficam para uma próxima viagem!

Em nosso último jantar em Santiago, fomos na pizzaria Tiramisu, e amamos! Mas isso fica para o post em que falarei sobre os lugares em que comemos!

30676953055_35c4781d7b_o

30662853176_cc22be3940_o

30677347445_0d5903f77c_o

30640602266_1437eb1970_o

30640281106_1367022c28_o

30588890271_a37b62dd55_o

30588449311_cc90e581be_o

30588401541_356de2535a_o

30560284412_cec9d92beb_o

30699755285_798561a571_o

30377269510_613d3066af_o

30043961403_e27a6d72ca_o

30377536070_8130fdf147_o

30043614463_cd903830c6_o

Buenos Aires: Teatro Colon, Puerto Madero, Jardim Botânico- dia 5

No nosso último dia inteiro em Buenos Aires, levantamos cedo e fomos tomar café num lugarzinho muito fofo chamado La Panera Rosa. Comemos medialunas e um muffin de maçã, e saimos em direção ao Jardim Botânico. Ao chegarmos na Av. Santa Fé, encontramos uma bandinha tocando na Plaza Italia, e paramos para ver. Era um evento em comemoração à primeira vitória dos italianos na 1ª Guerra Mundial.

IMG_5789

IMG_5793

2015-11-04 11.14.19

Fomos então ao Jardim Botânico, que é pequeno, mas muito bonito. Demos uma andada por lá, e pegamos o metrô para ir até o Teatro Colon, fazer a visita guiada. Neste dia eu não estava nada bem, acho que tive febre, peguei um resfriado, algo do tipo. Estava me sentindo bem mal, mas tinha tanta coisa pra ver ainda, que tomei remédio e fui melhorando ao longo do dia.

IMG_5820

IMG_5823

IMG_5831

IMG_5842

O Teatro Colon é belíssimo, mas sua arquitetura do lado de fora me decepcionou um pouco. O prédio é meio quadradão, sem muitos atrativos. Por dentro, é um encanto. Pegamos nossos tickets e enquanto a visita não começava, fomos andar um pouco pela Avenida Nove de Julho, considerada a mais larga do mundo. É lá que está o Obelisco.

IMG_5797

IMG_5843

Voltamos no horário marcado ao Teatro, e fizemos o tour, com guia em espanhol, mas dava pra entender quase tudo. Eles nos mostrou todas as salas do Teatro, e terminou a visita no camarote central, bem de frente para o palco. É permitido tirar foto sem flash, mas não pode filmar. O guia contou várias histórias interessantes, desde a construção do Teatro até sobre os nomes famosos de quem cantou naquele palco. Como bom argentino, ele nos disse que aquele é o melhor teatro de todo o mundo, com a acústica mais perfeita.

IMG_5860

IMG_5847

IMG_5852

IMG_5853

Vale muito fazer a visita, ainda que não seja das mais baratas!

Fomos então para o último ponto da minha lista, o Puerto Madero! Queríamos muito ter ido a noite andar no Puerto, mas não conseguimos. Fica pra uma próxima. Fomos durante o dia mesmo, e adoramos, que lugar lindo! Incrível como conseguiram revitalizar aquela região, e transformar em um dos pontos mais visitados pelos turistas.

IMG_5872

IMG_5882

Voltamos para Palermo e andamos um pouco pelo bairro para nos despedirmos. Paramos na Persicco, uma sorveteria maravilhosa, para tomar o último helado! No dia seguinte, antes de irmos pro aeroporto, almoçamos num restaurante legal chamado Meridiano 58. Foi nossa última milanesa, rs!

IMG_6028

IMG_5964

E assim terminou nossa maravilhosa viagem à Buenos Aires! Uma cidade linda, com um povo sofrido, mas muito generoso, e amável, que ao se despedir lhe deseja “suerte”! Hasta luego!

IMG_6006

IMG_5952

IMG_5955

IMG_5932

IMG_5919

IMG_5908

IMG_5936

IMG_5893

IMG-20151104-WA0008

2015-11-05 13.26.56

2015-11-05 13.44.48

IMG_6098

IMG_6016

IMG_6048

IMG_6076

IMG_6034

IMG_6017

2015-11-05 16.36.34

Le botteghe di leonardo: gelato pra refrescar!

Gente, está fazendo um calor insuportável em São Paulo, e nada melhor do que um sorvete para nos aliviar, né? Nós temos aqui várias sorveterias boas, algumas prometendo a verdadeira experiência do famoso gelato italiano, outras trazendo os super calóricos ice creams norte americanos, cheios de cookies e cherries no meio.

Eu gosto de todas elas, mas como não curto sorvete muito doce, acabo preferindo os italianos, que são um pouco mais naturais. Minha primeira experência em uma sorveteria “de grife” foi logo que cheguei aqui, na Bacio di latte ( tem post aqui) . Nossa, lembro que achei fantástico, sabores tão diferentes daqueles que eu conhecia, e um sorvete muito mais encorpado.

IMG_4740

2015-09-19 15.05.50

IMG_4739

No bairro dos Jardins, tem várias dessas sorveterias, é uma tentação! A última que conheci foi a Le botteghe di Leonardo, que fica na rua Oscar Freire numa casinha bem bonitinha. Esta casa de gelatos foi fundada em 2010, e tem seis sorveterias espalhadas pela Itália. Os sorvetes são feitos com ingredientes 100% naturais, sem conservantes! O esquema deles é por copinhos e não por bolas: então você escolhe o tamanho do copinho, e vai pedindo as bolas que quiser, até não caber mais. Também dá pra pedir a casquinha que eles fazem na hora!

2015-09-19 15.06.02

2015-09-19 14.54.22

2015-09-19 14.54.16

Os sabores que escolhi foram chocolate ao leite, pistache, e nozes, se não me engano. Delicioso!!

Procurei nos meus arquivos e encontrei essa foto de 2012: eu toda feliz com meu sorvete Häagen-Dazs, que também ficava na Rua Oscar Freire, mas fechou, que pena!

Outra sorveteria legal da Oscar Freire que conheço é a Ben&Jerry’s. Abriu recentemente, e tem vários sabores daqueles que a gente engorda só de olhar! Pra quem curte um sorvete mais pesado, cheio de pedaços de bolos e afins no meio, essa é sua escolha! Para os amantes do gelato italiano, tem também a Casa Elli ( na alameda tietê), que eu já fui e adorei! 

IMG_4725

E por fim ,uma observação: em Tupã, lá no interior, as sorveterias são por quilo, ou seja, tem uma bancada com vários potes de sorvetes de massa, e você vai se servindo do que quiser. Antes de pesar, dá pra acrescentar várias guloseimas no sorvete, como castanhas, chantilly, e a famosa calda quente ( uma calda de chocolate líquida, que quando entra em contato com o sorvete, solidifica). O mais interessante é que aqui eu NUNCA vi uma sorveteria desse tipo! Será que é típico do interior?

COMO CHEGAR:

Rua Oscar Freire, 42 – Jardim Paulista

Eataly em São Paulo

Após meses de espera, muito burburinho, e publicidade, as portas do Eataly foram abertas aqui em SP!  Pra quem não sabe, o lugar é um mercado gastronômico, com vários produtos italianos à venda, e ao mesmo tempo, muitos restaurantes servindo delícias da cozinha também italiana. O mote deles é: um lugar onde você pode comer, comprar e aprender.

Sinceramente, eu achava que só existia o Eataly de Nova Iorque, e inclusive, imaginava que o negócio tinha começado lá.  Poverela de mim, só depois descobri que o primeiro foi aberto na Itália, e hoje existem 29 lojas dessas no mundo, sendo quinze delas na Itália, nove no Japão, duas nos Estados Unidos, uma em Dubai e uma em Istambul. Ou seja, é um grande império, que não para de crescer.

11374376_1645329882364932_1506948986_n

Fui neste final de semana conhecer, e estava, claro, lotado. Só o tamanho do lugar já impressiona, são 3 andares, com 7.000 produtos italianos ou de produtores locais, restaurantes de massa, carnes, peixes, vegetais, loja de sorvete, bar de nutella ( é neste espaço que ficam as nutellas com o rótulo de São Paulo), padaria, e etc. É tanta coisa pra ver que a gente fica meio atordoado!

A parte em que ficam os restaurantes ( com exceção do restaurante do 3º andar, que ocupa todo o espaço) é pequena, nas extremidades, o que dificulta para conseguir um lugar para sentar. Mesmo o espaço da nutella, é super apertado, e tem pouquíssimas mesas. Pra quem quiser comer por lá, recomendo esperar um bom tempo, até a poeira abaixar ( se isso acontecer algum dia!), ou ter uma boa dose de paciência.

IMG_3881IMG_3883

Mas o legal mesmo é ver os produtos, os rótulos, embalagens, etc. Tem macarrão de todos os tipos, azeites maravilhosos, molhos de tomate em lata dos mais variados. Dá vontade de comprar tudo, mas o bolso não permite, haha, já que os produtos importados são bem caros. Aliás, uma coisa que me surpreendeu, foi a quantidade de pessoas que estavam, de fato, fazendo compras por lá. Isso mesmo, arrastando um carrinho, e comprando como se não houvesse amanhã!

Digo o seguinte, o Eataly é um desses lugares para ir com calma, sem pressa, como no Mercado Municipal, que tem mil coisas acontecendo ao mesmo tempo.  Não vejo a hora de levar meus pais pra conhecer, acho que eles vão adorar se perder por entre as gôndolas de produtos!

Seguem algumas das muitas fotos que tirei!

IMG_3894IMG_3885IMG_3891IMG_3900IMG_3897IMG_3903IMG_3901IMG_3908IMG_3912IMG_3922IMG_3920IMG_3924IMG_3923IMG_3929IMG_3933IMG_3937IMG_3932IMG_3926IMG_3939IMG_3905

COMO CHEGAR:

Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 1489 – Itaim Bibi