Onde comemos em Santiago (Outubro/2016)

Apesar da correria, e de muitos dias termos ficado fora da cidade para os passeios, conseguimos conhecer alguns  (poucos) lugares bem legais para comer em Santiago. São muitas e muitas opções de restaurantes, dá pra se divertir bastante neste quesito! Os preços são sempre mais ou menos iguais, entre R$ 40 e 60,00 por prato. O melhor custo benefício vai para Galindo e Tiramisu.

Como água para chocolate

Eu já tinha lido muitas críticas sobre este restaurante, dizendo que é pega turista, que só tem brasileiro, etc. E de fato, vimos bastante brasileiros, e o cardápio tem opções em português. Mas, aonde em Santiago não tem brasileiro, meu Deus? rs! Fiquei bastante feliz de termos ido, por que a comida estava gostosa, e o ambiente é uma graça, fazendo referência ao filme com o mesmo nome. Comemos um congrio com creme de espinafre, e uns camarões a milanesa. Fomos no último dia, antes de irmos para o aeroporto.

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End: Constitución 88, Barrio Bellavista

Galindo

Este é um restaurante super antigo que fica na região central, e tem preços muito bons! Os pratos são grandes, então dá pra dividir. Comemos aqui o famoso pastel de choclo, e uma empanada. Só o pastel já teria dado para nós almoçarmos.

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End: Dardignac 098, Providencia

Meze

Este restaurante turco ficava ao lado do nosso apto, e caímos nele por puro desespero: era tarde, e estávamos morrendo de fome. Mas demos sorte, e a comida estava bem gostosa. O suco de framboesa parecia até um drink, de tão gostoso!

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End: Av. Manuel Montt 270, Providencia

Ocean Pacific´s

 Imagine jantar dentro de um navio, ou do fundo do mar, esta é a proposta deste restaurante. Ele é todo decorado (ou poderia dizer “entulhado”) com detalhes marítimos, e a comida, claro, também é do mar. Muito legal!

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End: Ricardo Cumming 221

Restaurante da Concha y Toro

Comemos somente uma empanada lá, mas no cardápio tem opções de pratos também. Obviamente, é tudo bem acima do preço normal, até mesmo os vinhos, pasmém! Mas se você estiver esperando o seu tour, vale a pena tomar um café, ou comer alguma coisinha, e sentar na parte de fora.

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Bar Liguria

O Liguria tem várias unidades na cidade, fomos na Av. Providencia, e gostamos muito. Não estávamos com muita fome nesta noite, então rachamos uma lasanha (um pedaço na verdade). Parece que os sanduíches são grandes e bons.

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End: Av. Providencia 1373, Providencia

Santa Bohemia (em Viña del Mar)

Foi a escolha do guia para nosso almoço em Viña. A vista era linda, para a praia de Reñaca. Pedimos uma paella mista que estava gostosa. O valor não era baixo, mas no geral gostamos.

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End: Av. Borgoño 15314, Viña del Mar

Pizzaria Tiramisu

Todos os blogs que li sobre Santiago indicavam esta pizzaria. Fomos numa quarta-feira a noite, e estava lotada, com fila de espera de uma hora. Por sorte, conseguimos uma mesa na parte de fora bem rápido. Os garçons foram super simpáticos, e a pizza estava deliciosa! A pizzaria fica num bairro super bonito chamado Las Condes, e numa avenida com várias outras opções de restaurantes legais.

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End:  Isidora Goyenechea 3141, Las Condes

Fast foods chilenos

É incível a quantidade de fast food que a gente vê pelas ruas de Santiago. O nosso guia da Cousiño Macul até lamentou o fato da comida típica chilena perder espaço para lanches e hamburguers. Tirando as redes internacionais, você encontra em muitos lugares o cachorro quente deles, que vem com abacate , como na Dominó. Tem uma dessa a cada esquina. Achei engraçado também o nome de outro fast food: Pedro, Juan y Diego.

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Sorveteria Bravissimo 

Fomos nesta sorveteria em Viña del Mar, e aproveitamos para lavarmos nossas mãos meladas de sorvete no Pacífico, hehe! Ela fica no calçadão em frente ao mar, é bem gostoso! Os sorvetes são enormes, e tem vários sabores diferentes.

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End: Las Salinas, Viña del Mar

Santiago – Dia 6 (Valparaíso/Viña del Mar)

Inicialmente, iríamos fazer este passeio por conta, pois é fácil ir até Valparaíso/Viña de ônibus, e eu já tinha planejado tudo o que faríamos por lá. Mas, como era o último dia inteiro da viagem, e estávamos cansados, resolvemos ver com a Agência, e acabamos ganhando um transfer gratuito na volta. Eu já tinha lido mil blogs dizendo que o passeio das agencias eram corridos, e que o melhor era ir sozinho. Pois bem, foi corrido, e eu teria preferido ir por conta mesmo. Paramos em alguns lugares na estrada que foram bem legais, mas ao mesmo tempo, quase não sobrou tempo para ver as cidades destino.

Indo para Valparaíso, paramos em um lugar super típico, chamado Los Hornitos de Curacavi, que serve uma empanada famosa, e a chicha, uma bebida feita de uva fermentada, bem docinha. O lugar é rústico, e tem chão de terra, mas o charme é esse mesmo.

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Logo depois, entramos na vinícola Emiliana que é completamente orgânica, e tem galinhas soltas pelos vinhedos que ajudam a comer larvas e insetos. Eles também tem alpacas (prima da llama) fofas, que ajudam a capinar o solo depois da colheita. Fizemos um passeio rápido, mas não participamos do tour.

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Nossa última parada foi em uma loja enorme de vinhos e produtos do vale de Casablanca, em que compramos vinho e o azeite que é produzido nesta região.

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Finalmente, chegamos em Valparaíso, que é uma cidade portuária, toda construída em morros. Tem muitas casinhas, fachadas coloridas, e incontáveis ladeiras. Apesar de ter passado pouco tempo na cidade, achei um charme, e quero voltar para explorar devidamente aquelas ruelas. Fomos até a casa de Pablo Neruda, La Sebastiana, que tem esse nome em homenagem ao seu construtor (Sebastian). A casa tem vários andares, e mil objetos, como na de Santiago. Mas o que me marcou mesmo, foram as vistas que se tem das janelas enormes, da sala e do quarto. Da cama de Neruda, é possível ver o porto de Valparaíso e os barquinhos. Que sonho!

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Depois de darmos umas voltas (de carro) pelas ruas, seguimos para Viña del mar, a cidade balneário vizinha. Paramos no relógio das flores, que nada mais do que o próprio nome diz, e rende algumas fotos, mas só. Depois fomos ver os leões marinhos que vivem num rochedo na praia, e fazem a maior barulheira. São tantos! Adorei vê-los de perto e livres.

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Fomos almoçar em um restaurante que o guia nos levou chamado Santa Bohemia. A vista era muito bonita, para a praia de Reñaca, mas os preços altos. Pedimos uma paella mista, que estava gostosa, e veio gigante. Logo depois, fomos tomar sorvete na Bravissimo, uma sorveteria na beira da praia, que delícia! Passamos correndo pelo Casino, que achei bem decadente, e pelo museu Fonck (que tem uma estátua moai original da Ilha de Páscoa), e por fim, no Castillo Wulf, um castelinho construído numa ponta da praia.

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No final, gostei do nosso passeio, mas me senti frustrada por não ter conseguido ver quase nada de Valparaíso, e não ter, por exemplo, entrado no Museu Fonck de Viña. Ficam para uma próxima viagem!

Em nosso último jantar em Santiago, fomos na pizzaria Tiramisu, e amamos! Mas isso fica para o post em que falarei sobre os lugares em que comemos!

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Santiago – Dia 5 (Cajon del Maipo/Embalse El Yeso)

Acordamos cedo para ir ao Embalse el Yeso, no Cajon del Maipo, um lugar que eu queria MUITO conhecer, após ver as fotos na internet. O Cajon é um cânion que fica no meio das Cordilheiras, perto de San José de Maipo, e nele está localizado o Embalse, uma represa construída com as águas do rio Yeso, um dos afluentes do rio Maipo (como disse nosso guia, os chilenos tem muita criatividade com nomes, só que não!). Esta represa levou dez anos para ser contruída, sendo inaugurada em 1964, e é a principal fonte de abastecimento de água de Santiago.

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Levamos cerca de duas horas e meia para chegarmos até lá, mas o caminho é tão lindo, que a gente até esquece. Vamos passando por vários povoadinhos, e gradativamente entrando na Cordilheira, até que o asfalto acaba, e entramos numa estrada de terra, toda esburacada. A partir de então, somos presenteados com paisagens que parecem de mentira, montanhas enormes cortadas pelo rio Yeso, carneiros e cabras correndo soltos, cachoeiras, etc. O carro vai tremendo, é uma aventura!

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E então, chegamos no Embalse, esse espetáculo da natureza! Ali não há estrutura nenhuma, então esqueça banheiro, lugar para comer, etc. Ficamos mais ou menos duas horas caminhando pela estradinha estreita que permeia o Embalse, e não queríamos mais sair dali. É seguramente o lugar mais bonito que já vi!

Quando voltamos, nosso guia estava com a mesa posta e a churrasqueira montada, nos esperando para começar o nosso churrasco,  a 2.500m de altitude. Surreal!! Comemos choripan (linguiça+pao+chimichurri), carne, batata frita, farofa (a dona da agência é brasileira), amendoim, e tomamos vinho. De sobremesa, alfajor! A maioria das agências monta uma mesa de queijos e vinhos, mas a nossa era a única com churrasco. Fantástico! Foi um dia inesquecível!!

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Jantamos na volta em um restaurante temático, chamado Ocean Pacific´s, em que tudo nos remete ao mar, e a barcos. Super diferente! Comemos chupe de centolla (uma espécie de escondidinho) e camarão, e novamente, tomei suco de framboesa, gigante!

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Santiago – Dia 4 (Concha y Toro, Cousiño Macul, Sky Costanera)

No meu roteiro, segunda-feira era dia das vinícolas, por que todos os museus fecham, então fica a dica!

Tínhamos tour marcado na Concha y Toro para as 12:40, e fomos de metrô+ônibus, conforme indicado no site deles e demais blogs que li, e deu super certo. É fácil demais para chegar, e acabamos tendo um tempo extra para explorar a lojinha e comer uma empanada no restaurante.

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Esta vinícola dispensa apresentações, certo? É a maior da América Latina, e uma das maiores do mundo. Foi fundada em 1883 por Don Melchor de Concha y Toro, em Pirque, no Vale do Maipo. É uma gigante do mundo dos vinhos, e ali na viña é tudo voltado pro turista. Fizemos o tour em português, e após passar pelo casarão de Don Melchor, fomos até a plantação de uvas, seguindo para nossa primeira degustação. Eles nos deram uma taça de brinde, e então descemos ao famoso Casillero! Lá eles contam a historinha por trás da lenda, e depois degustamos outro vinho. Existem outras vinícolas até mais bonitas que esta, mas não há outra mais famosa no Chile!

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Saindo da Concha, fomos para a Cousiño Macul, que fica no caminho da volta, e foi fundada em 1856, sendo a única dessa época que continua nas mãos da família fundadora. Neste tour, você sente a diferença com o da Concha y Toro, por que aqui é muito mais detalhado o processo de produção do vinho, o guia parece não ter pressa e vai explicando cada sala, sobre a família, etc. Não é que o tour da Concha seja ruim, mas eles são a maior empresa de vinhos do Chile, e como consequência, a visita é mais comercial, um pouco menos pessoal.

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Na volta do metrô, descemos na estação Tobalaba, e fomos ao Sky Costanera, o mirante a 300m de altura que fica no shopping Costanera. Este prédio pode ser visto de qualquer ponto de Santiago, e virou um guia para nós, por que ele fica no bairro em que nos hospedamos. Subimos no final da tarde, até o 61º andar, e em pouco mais de 30 segundos (o elevador é rapidissimo) já estávamos lá. Temos uma vista de 360º da capital, e é impossível não tirar mil fotos (que provavelmente ficarão todas iguais!).Em cada janela, há um áudio explicando o que vc está vendo. Achei sensacional.

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Chegamos cansados, e acabamos jantando num restaurante turco chamado Meze ao lado do apartamento, comida gostosa e ótimo preço. Tomei meu primeiro suco de framboesa, que é comum no Chile, e virei fã absoluta deste suco.

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Santiago – Dia 3 (Valle Nevado)

E chegou o dia de conhecer a neve! Na verdade, não era para ter neve nessa época, pois já estamos na primavera, e as estações de esqui fecharam em setembro. Mas, como a natureza nem sempre é previsível, nevou uma semana antes de chegarmos, e foi essa a neve que pegamos lá. Quando montei meu roteiro, não tinha visita ao Valle Nevado programada, mas tive que incluir assim que vi a notícia da nevasca!

Fomos bem cedinho para o Valle Nevado, e antes, passamos numa loja para alugar as roupas. Como não era temporada, o aluguel de toda a minha roupa ficou mais ou menos R$ 100,00. As botas e as calças são itens indispensáveis, por que como já tinha feito muito sol ao longo da semana, já tinha neve derretida, e ela vira uma lama que gruda horrores, além do fato de você sentar na neve, e sua calça molhar rapidinho.

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Começou então a subida! São 40 curvas até Farellones, a primeira estação, e mais 20 até o Valle. Essas curvas são as mais fechadas que eu já vi na vida, e estão numeradas. Aquelas curvinhas que temos aqui não são chamadas de curvas por eles. Neste dia, tomei (alguns) dramins, haha, e deu tudo certo. Se você tem o mesmo problema que eu, tome remédio para subir e descer, pois o caminho não tem retas.

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Chegando no Valle Nevado, foi só alegria. É tão surreal ver neve de perto, que até fiquei meio anestesiada (ou seria efeito do dramin? kkkk). Tinha bastante neve ainda, e apesar do sol, estava bem frio. Ficamos cerca de duas horas lá, e brincamos, rolamos, afundamos,fizemos anjinho, tiramos mil fotos. No inverno deve ser muuuuito frio, e mais bonito ainda.  Finalmente entendi o desconforto de quem convive com neve, ela molha a roupa, o sapato,e quando derrete, suja muito. MAS, é linda.

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Santiago – Dia 2 (Troca da Guarda, Plaza de Armas, Mercado Central, Museu Pré Colombino, Cerro Santa Lucia)

Acordamos cedo neste dia, por que teriamos que conhecer as principais atrações da cidade, já que nos demais estaríamos fora, fazendo passeios.

Fomos direto assistir a troca da guarda, que acontece em dias alternados conforme calendário divulgado pelo Palácio de la Moneda todos os anos. Já tinha lido muito sobre a troca, e como é bonita, mas somente vendo ao vivo para entender. É uma cerimônia oficial, em que aqueles que estavam de guarda até então, deixam o Palácio, para que a outra turma possa assumir. Tem uma banda que toca algumas músicas durante a cerimônia, e no dia em que fomos, tocaram Aquarela do Brasil! Foi super emocionante, e um belo gesto aos muitos (e são MUITOS) brasileiros que visitam a cidade. A troca dura em torno de 40 min.

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Seguimos andando até o Museu de arte pré-colombiana, que é diferente de tudo o que vimos na vida. As peças são antiquíssimas, e o acervo é incrível. Tinha uma exposição temporária bem legal no primeiro piso também.

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Após o museu, fomos até a Plaza de Armas, onde ficam vários prédios históricos importantes, como a Catedral, por exemplo, e terminamos no Mercado Central. Este Mercado é famoso pelos peixes e frutos do mar vendidos, e também pelos restaurantes. Na verdade, achei ele pequeno, e totalmente dominado por um restaurante, o Donde Augusto. Os peixes ficam em umas galerias estreitas, e no dia em que fomos, muito sujas. O chão tinha pedaços de peixe, e restos que caíram. Valeu a visita, pois é um ícone da cidade, mas esperava mais.

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Tomamos o metrô, e fomos até as ruas Paris e Londres, que são um pedacinho da Europa em Santiago. É uma gracinha, e parece mesmo que você está em outro lugar. Lá paramos em um café e comemos a sobremesa tradicional deles, torta tres leches (leite condensado, leite, e doce de leite). É deliciosa, mas beeeem doce.

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Por fim, fomos ao Cerro Santa Lucia, que não é alto como o Cristóbal, mas tem várias atrações lá dentro (um castelo, jardins, vários mirantes) e é bem bonito também. Experimentamos a bebida que você  vê em todo lugar pela cidade, o mote con huesillos. Ela é feita de pêssegos secos (huesillo) cozidos em açúcar, água e canela e, em seguida, misturado com o trigo descascado cozido e fresco (mote). É servido geladinho, e a gente bebeu, e comeu o trigo, e também os pêssegos que vieram. Gostoso!

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Nossa última parada foi no Pueblito de Los Dominicos, uma espécie de feira de artesanato, num ambiente bem rústico, com chão de terra e tudo. O lugar é legal, mas achei tudo caro, e como já estava fechando, não deu para andar muito.

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O dia acabou com nossa ida ao Bar Liguria, um bar que tem algumas casas espalhadas por Santiago, e é super bem falado. O ambiente é 10, e eles são conhecidos pelos sanduíches.

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