Santiago – Dia 6 (Valparaíso/Viña del Mar)

Inicialmente, iríamos fazer este passeio por conta, pois é fácil ir até Valparaíso/Viña de ônibus, e eu já tinha planejado tudo o que faríamos por lá. Mas, como era o último dia inteiro da viagem, e estávamos cansados, resolvemos ver com a Agência, e acabamos ganhando um transfer gratuito na volta. Eu já tinha lido mil blogs dizendo que o passeio das agencias eram corridos, e que o melhor era ir sozinho. Pois bem, foi corrido, e eu teria preferido ir por conta mesmo. Paramos em alguns lugares na estrada que foram bem legais, mas ao mesmo tempo, quase não sobrou tempo para ver as cidades destino.

Indo para Valparaíso, paramos em um lugar super típico, chamado Los Hornitos de Curacavi, que serve uma empanada famosa, e a chicha, uma bebida feita de uva fermentada, bem docinha. O lugar é rústico, e tem chão de terra, mas o charme é esse mesmo.

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Logo depois, entramos na vinícola Emiliana que é completamente orgânica, e tem galinhas soltas pelos vinhedos que ajudam a comer larvas e insetos. Eles também tem alpacas (prima da llama) fofas, que ajudam a capinar o solo depois da colheita. Fizemos um passeio rápido, mas não participamos do tour.

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Nossa última parada foi em uma loja enorme de vinhos e produtos do vale de Casablanca, em que compramos vinho e o azeite que é produzido nesta região.

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Finalmente, chegamos em Valparaíso, que é uma cidade portuária, toda construída em morros. Tem muitas casinhas, fachadas coloridas, e incontáveis ladeiras. Apesar de ter passado pouco tempo na cidade, achei um charme, e quero voltar para explorar devidamente aquelas ruelas. Fomos até a casa de Pablo Neruda, La Sebastiana, que tem esse nome em homenagem ao seu construtor (Sebastian). A casa tem vários andares, e mil objetos, como na de Santiago. Mas o que me marcou mesmo, foram as vistas que se tem das janelas enormes, da sala e do quarto. Da cama de Neruda, é possível ver o porto de Valparaíso e os barquinhos. Que sonho!

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Depois de darmos umas voltas (de carro) pelas ruas, seguimos para Viña del mar, a cidade balneário vizinha. Paramos no relógio das flores, que nada mais do que o próprio nome diz, e rende algumas fotos, mas só. Depois fomos ver os leões marinhos que vivem num rochedo na praia, e fazem a maior barulheira. São tantos! Adorei vê-los de perto e livres.

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Fomos almoçar em um restaurante que o guia nos levou chamado Santa Bohemia. A vista era muito bonita, para a praia de Reñaca, mas os preços altos. Pedimos uma paella mista, que estava gostosa, e veio gigante. Logo depois, fomos tomar sorvete na Bravissimo, uma sorveteria na beira da praia, que delícia! Passamos correndo pelo Casino, que achei bem decadente, e pelo museu Fonck (que tem uma estátua moai original da Ilha de Páscoa), e por fim, no Castillo Wulf, um castelinho construído numa ponta da praia.

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No final, gostei do nosso passeio, mas me senti frustrada por não ter conseguido ver quase nada de Valparaíso, e não ter, por exemplo, entrado no Museu Fonck de Viña. Ficam para uma próxima viagem!

Em nosso último jantar em Santiago, fomos na pizzaria Tiramisu, e amamos! Mas isso fica para o post em que falarei sobre os lugares em que comemos!

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Dois caipiras em Santiago – Chile (Vídeo)

Tenho que começar este post dizendo duas coisas: fomos para o Chile na semana passada, e vimos NEVE! Muita e muita neve! A neve que eu tanto sonhava conhecer, e sempre esteve tão distante de mim, lá na quente Tupã. Uma vez eu até sonhei que estava nevando no meu quintal, de tanta vontade que eu tinha de vê-la. Foram anos e anos de filmes americanos me fazendo inveja, e finalmente pude sentir a tal da neve. Agora só falta eu ver nevar no Natal! 🙂

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Nossa viagem foi curta, apenas uma semana, mas parece que foi um mês, de tanta coisa linda que vimos, e tantos lugares que conhecemos.  Irei detalhar dia a dia o que fizemos por lá, com muuuuuitas fotos. Mas o roteiro foi o seguinte:

-Dias 1 e 2 : conhecer Santiago;

-Dia 3: Valle Nevado;

-Dia 4: Vinícolas e Sky Costanera;

-Dia 5: Cajon del Maipo/Embalse El Yeso;

-Dia 6: Valparaíso/Viña del Mar;

-Dia 7: volta pra casa 🙁

A maioria das dicas eu peguei nos excelentes blogs: Nós no Chile (http://nosnochile.com.br) e Pigmento F (http://pigmentof.com), de duas brasileiras que moram no Chile.

Editei este vídeo com todo carinho, mostrando os nossos melhores momentos, espero que gostem:

Algumas dicas práticas pra quem está indo pra lá:

Hospedagem: alugamos um apartamento pelo Booking no bairro Providência, e amamos! Pra quem tiver interesse, ele se chama “Apartamento Canales 2”, e a proprietária Sandra foi uma fofa. Estávamos muito perto do metrô (uns 400 metros), e de supermercados, vários restaurantes, além de uma Avenida super importante, que é a Providência. A experiência de ficar em apto foi muito legal, fazíamos compras, arrumávamos o café da manhã e até fizemos o jantar em alguns dias.

Transporte aeroporto-apto: na saída do desembarque, tem um guichê da TRANSVIP, uma empresa de vans compartilhadas ou particulares, que te levam por um preço muito menor que os taxis. Pegamos uma van compartilhada, com pessoas que estavam hospedadas no nosso bairro, e ficou em torno de 7.000 pesos por pessoa (uns R$ 35,00). Foi rápido e confortável.

Transporte na cidade: o metrô de Santiago é enorme e cobre toda a cidade, o que facilita muito a vida do turista. Só andamos de metrô, e a pé. Dá pra ir andando tranquilamente entre alguns pontos turísticos. O Uber também funciona normalmente, mas não chegamos a usar. Compramos o bilhete único deles, que chama BIP, e fomos felizes no metrô!

Passeios: existem muitas agências em Santiago, mas após várias pesquisas de opiniões, cheguei a Aguias Tour, uma agência de uma brasileira que mora no Chile há muitos anos. Fizemos três passeios com eles, e o do Cajon del Maipo foi simplesmente imbatível. Nosso guia William, um chileno muito gente boa, fez um delicioso churrasco para nós em pleno Embalse el Yeso. Valeu cada centavo!

Segurança: em nenhum momento eu me senti insegura na cidade, mas a preocupação de todos eles com furtos é bem grande. Todo mundo nos alertava para tomar cuidado com o celular, com a bolsa aberta no metrô, etc. Mas honestamente, para quem mora no Brasil,e  vive em uma cidade como São Paulo, isso tudo é rotina. Achei tudo tranquilo, e quase não vi moradores de rua, como temos aqui. Vimos muito ambulantes dentro do metrô e ônibus, vendendo balas, chocolate, e cantando pra ganhar dinheiro.

Custo: de uma forma geral, o custo de mercado, restaurante, transporte,e etc, é bem parecido com São Paulo, ou seja, não é barato. Nos restaurantes, o valor de um prato raramente fica abaixo dos R$ 40,00, mas claro que é possível encontrar lugares com preços mais em conta. A única coisa que é reconhecidamente mais barata é o vinho! Os vinhos são muito baratos nos mercados. Um exemplo: o Casillero da Concha y Toro saiu por R$ 16,00.